"Tom Cruise afirma que "cientologia" pode acabar com terrorismo
Madri, 19 set (EFE).- O ator americano Tom Cruise garantiu neste domingo, em Madri que a Igreja da Cientologia pode ajudar a acabar com o terrorismo, e que esta organização conta com "ferramentas" que podem ajudar as pessoas a "direcionarem suas vidas".
Cruise fez estas declarações em uma entrevista à EFE na capital espanhola, onde no sábado inaugurou a nova sede da Igreja da Cientologia.
Esta organização, que é proibida em vários países europeus por ser considerada uma seita, foi fundada na Califórnia em 1953 pelo escritor de ficção-científica Ronald Hubbard.
O ator explicou que a "cientologia" pode ser muito útil também para ajudar as pessoas a "liberar traumas e enfrentar a vida outra vez", já que se trata de uma "ajuda real".
Cruise afirmou que se trata de "uma crença religiosa aplicada", e que "não é apenas algo no que acreditar, mas tem ferramentas reais de aplicação na vida", e entre estas ferramentas destacou a "tecnologia de estudo".
O ator garantiu neste sentido que ele teve um diagnóstico de dislexia e com a recomendação de tomar "drogas psiquiátricas" mas quando entrou em contato com a "cienciologia" conheceu e aplicou essas técnicas de estudo, superou os problemas e conseguiu inclusive tirar a licença de piloto comercial.
A nova sede da Igreja da Cientologia, no centro de Madri, custou doze milhões de euros (quase US$ 15 milhões).
A Igreja da Cientologia foi alvo de várias denúncias no mundo todo centradas em seu financiamento, assim como foi acusada várias vezes de ser uma seita, aspecto que seus representantes negam.
Seu fundador, Ronald Hubbard, foi condenado à revelia em 1978 na França a quatro anos de prisão por fraude e na Itália em 1982 por fraude fiscal e evasão de capitais."
Cláudio Assis anda fazendo escola. Depois do Babenco batendo boca com uma jornalista é a vez de Jayme Monjardim que abriu seu coração para Folha. Sua entrevista está recheada de pérolas.
Vejam abaixo minha livre interpretação de alguns dos grandes momentos de seu depoimento ao réporter Luiz Fernando Vianna.
Jayme Monjardim: "Só o público me interessa." Ozzie: "Só a grana me interessa."
JM: Existe um erro violento de quem disse que houve deturpação. É um despreparo. O erro é de quem criticou. Ozzie: "Quem essa gente pensa que é? Calem a boca!"
JM: "Não é melodramático, é real. É drama de vida. Ah, vai catar coquinho." Ozzie: "O filme é meu. Eu faço como eu quero. Tô de mal!"
JM: "Uma pessoa que fala assim é debilóide. Não pode ter sentimentos. Desculpe, mas pode botar aí: Suzana Amaral é debilóide. O que dá a essa pessoa o direito de crítica? Essas pessoas não podem ser normais. Um ser normal diz: "Não gostei do filme, tem muitos closes, muita música...". Eu boto muita música mesmo. No meu próximo filme vai ter mais música ainda. Se eu pudesse, botava 100% de música. As pessoas têm o direito de criticar, mas dizer que o filme é "trash"... Que vocabulário é esse? Deixa-me triste esse tipo de comentário, não percebendo o quanto é difícil fazer cinema no Brasil. Acho que a Suzana Amaral deve ter feito um filme na vida [nota da Folha, Suzana fez dois no Brasil e telefilmes em Portugal]. Deve ser uma frustrada." Ozzie: "Eu trabalho na Globo. Olha o meu crachá!"
JM: "Deixei de fazer cinema há 22 anos de tanto andar com roteirinho embaixo do braço na Embrafilme mendigando para fazer meu longa." Ozzie: "Finalmente, agora até o público descobriu que eu sou uma farsa."
JM: "Acho que os críticos devem rever os conceitos. "Olga" é um divisor. A partir desse momento, a crítica não respeitosa merecia rever alguns comentários. Porque não fica bem para eles. Não fica bem para Suzana Amaral, que deve ser uma pessoa batalhadora." Ozzie: "Não acredite nos críticos, eles não pagam para ver meus filmes. Vá ao cinema ver meu filme. Só sua grana me interessa."
12.9.04 Ozzie diz:
Cidade do Pecado
Eu nunca coloquei fé neste projeto, agora vendo esta prévia fico com a sensação que toda ênfase dedicada ao aspecto estético não foi equilibrada com a atuação do elenco. A única preocupação parece ter sido a semelhança entre atores e suas personagens do gibi. E vindo do cara que nos trouxe "Era uma vez no México" e a trilogia "Spy Kids"...
10.9.04 Ozzie diz:
EU FUI O IDIOTA DA VILA!!!
Primeiro eu vi "Sexto Sentido" e pensei com meus botões, "Este Shyamalan é genial". Depois veio "Corpo Fechado" e fiquei com aquela impressão ruim de gibi da Vertigo requentado. Depois ele se redimiu com "Sinais", onde mesmo o grande vacilo do roteiro eu podia compreender. Afinal, quem gostaria de uma onda de histeria em massa ao primeiro sinal de OVNIs no céu?
Então o indiano cometeu essa atrocidade chamada de "A Vila".
EVITE ESTE FILME, CUSTE O QUE CUSTAR! Nem pagando!
Vá ver "Aliens Vs Predator", que mesmo sendo uma porcaria descartável ao menos é honesto.
Por hora digo o seguinte, "A Vila" é como a versão bizarra de "Dogville". O que um tem de conservador e racista o outro tem de revolucionário e contestador. No fundo o propósito é o mesmo, mas vou me abster alguns dias para desenvolver mais isto, neste mesmo espaço, em respeito a quem prefere me ignorar e vai ao cinema assistir o filme.
Aguardem que tem mais.
2.9.04 Ozzie diz:
Não sou um sujeito tolerante
Cá estou eu reclamando de Vincent Gallo quando a Globo vai e exibe "Tolerância"! Que barbaridade, tchê!
O filme é uma mistura canhestra de "Lolita", "Acima de Qualquer Suspeita" e "Malhação"!!! As atuações são medíocres, a trilha sonora acordes desafinados de guitarra, o elenco pessimamente selecionado e as cenas de sexo mecânicas. Fico até constrangido de admitir, mas me excita muito mais folhear um exemplar da Veja do que assistir as cenas calientes desse filme - pois é, minha vida é muito emocionante (gargalhadas insanas).
É tudo tão tosco, tão deprimente que chegam a copiar tomadas inteiras de "Buffy - A caça vampiros"!?! Quem conhece o seriado e assistiu ao filme deve ter caído na gargalhada como eu, afinal aquele "BRONZE" cover em POA ficou ainda mais embaraçoso com a Maria dando uma de Faith.
Agora, alguém pode me responder o seguinte:
1) Como acreditar que Maitê Proença e Maria Ribeiro disputam no tapa um banana como o Roberto Bomtempo? Eu também quero, também sou filho de Deus!!!
2) As viradas do roteiro são previsíveis porque já as vi em "Law & Order", ou apenas mal executadas?
3) Pra quê a locução no final?
4) Pra quê aquele final "Um ano depois"?
5) Como é que levantaram grana para realizar aquilo? Pelo menos os anunciantes não são loucos, pois só tinha chamada da Globo e do governo federal (cúmplice dos realizadores) nos intervalos.
Vou ter que assistir de novo em DVD, junto com "Villalobos" para ver qual é o pior. Quem sabe no DVD tem uma faixa com os realizadores se justificando...
1.9.04 Ozzie diz:
A farsa diante do crítico
Taí algo que estava precisando para alegrar o meu dia, o crítico Robert Ebert revelando o maior embusteiro do cinema moderno: Vincent Gallo!